Na manhã deste sábado, dia 18 de março, o Sindicato dos Professores de Mata de São João, realizou um ato na Vila da Praia do Forte para chamar atenção da sociedade, com uma pauta extensa de reivindicações para a Secretaria Municipal de Educação.
Com faixas, cartazes e gritos, os docentes apresentaram mensagens de luta em prol da categoria. Um dos pontos tratados refere-se ao cumprimento da jornada de trabalho, prevista em lei federal quanto a realização da Atividade Complementar (AC).
Para ficar mais claro, um professor com carga horária de 20 horas semanais, pode cumprir 14 horas em sala de aula. As seis restantes, compõem a Atividade Complementar, o AC, que pode ser dividido assim: três horas na própria unidade e outras três fora dela, livre. Segundo os manifestantes, a SEDUC determina que essas seis horas sejam cumpridas na própria unidade, fato que não está sendo aceito pelos professores.
Dentro deste ponto, o sindicato destaca que é a decisão é unilateral, sem espaço para diálogo e pede sensibilidade dos gestores neste sentido. De acordo com o representante da APLB, Manoel Jorge, “os professores estão submetidos a uma jornada excessiva de trabalho, que pode comprometer o rendimento em sala e adoecer alguns professores”.
Veja os pontos completos defendidos pela pauta da APLB.